180314_Fiat_Panda-Raid_HP

Panda Raid 2018: O imparável Fiat Panda conquista o deserto

  • 3000 quilómetros, sete etapas e 400 equipas de todo o mundo: são apenas alguns dos números recorde da décima edição do Panda Raid, a prova de regularidade aberta apenas a viaturas Panda clássicas.
  • De Madrid ao Lago Mohammed V, para depois enfrentar pistas acidentadas e zonas arenosas, cenários desérticos e paisagens de horizonte sem fim, até chegar à lendária Marraquexe.
  • Uma viagem extraordinária, a bordo de um automóvel icónico nascido em 1980, e que ainda hoje continua a surpreender pelas suas características de robustez, dinamismo e funcionalidade.
  • Ao lado dos antigos Panda, seguia um novo Fiat Panda Cross 4×4: um aperto de mão simbólico entre o imparável explorador do deserto e o imbatível rei das metrópoles europeias.
  • Herdeiro natural do mítico Panda 4×4, lançado há 35 anos, o actual Panda Cross 4×4 distingue-se pelo exclusivo carácter de SUV de segmento superior, tudo em apenas 3,7 metros.

 

Terminou, no último Sábado, o Panda Raid 2018, a emocionante prova de regularidade aberta apenas a viaturas Fiat Panda fabricadas antes de 2003. Contando com a participação de versões com tracção 4×2 e 4×4, a prova deixou Madrid a 3 de Março e chegou a Marraquexe a 10 do mesmo mês, depois de atravessar o deserto de Marrocos. O percurso abrangia um total de 3000 quilómetros, passando por localidades abrasadas pelo sol, pistas de areia e terrenos difíceis, enfrentando um desafio que teria sido duro mesmo para SUV de maiores dimensões.

 

Fazendo já parte do calendário de Raides – que inclui também o icónico Dakar – apesar do seu espírito amador, esta foi a 10.a edição do Panda Raid, tendo atraído o número histórico de 400 viaturas Panda, provenientes dos quatro cantos do Mundo: da Argentina ao Cambodja, da Pensilvânia a Itália.

 

Com início em Madrid, a colorida caravana dirigiu-se primeiro à costa, ao porto de Motril, de onde, depois de uma curta travessia de barco, partiu para o Lago Mohammed V (4 de Março). A partir daí, a expedição enfrentou zonas e pistas de areia, áreas desérticas e paisagens de horizonte sem fim, com paragens em Bni Tadjide (5 de Março), Errachidia (6 de Março), Merzouga (8 de Março) e Tansikht (9 de Março). A etapa final realizou-se a 10 de Março, terminando na lendária Marraquexe.

 

Uma viagem extraordinária – que tem proporcionado, ao longo de 10 anos, uma combinação mágica de aventura, natureza e paisagens intocadas – a bordo de um modelo icónico de que foram construídos mais de 7,5 milhões de veículos desde 1980 até ao presente, e que ainda hoje continua a surpreender pela sua robustez, comportamento dinâmico e funcionalidade. Ao lado dos 400 Panda clássicos em prova, seguia um novo Fiat Panda Cross 4×4, que cumpriu todo o percurso. Um simbólico aperto de mão entre passado e presente do modelo que foi um dos veículos mais vendidos do seu segmento na Europa ao longo de 15 anos. Por outras palavras, o imbatível rei das cidades europeias provou, mais uma vez, que se sente igualmente à vontade entre as dunas do deserto.

 

Herdeiro natural do mítico Panda 4×4, lançado há 35 anos, o actual Panda Cross 4×4 distingue-se pelo exclusivo carácter de SUV de segmento superior, tudo em apenas 3,7 metros. O segredo do seu sucesso é a exclusiva combinação do sistema de tracção de genuíno veículo todo-o-terreno, das performances e dos conteúdos de SUV, com as dimensões externas, a eficiência e a agilidade de um citadino. O Panda Cross 4×4 é um “crossover” porque consegue ultrapassar qualquer obstáculo – graças à tracção 4×4 e ao Bloqueio Electrónico do Diferencial, que foi o primeiro a introduzir no mercado – e porque atrai também um público vasto e variado, oferecendo a resposta certa às suas exigências de mobilidade.
Além disso, o admirável sucesso do “Panda Raid 2018” é apenas mais um dos seus muitos recordes. Por exemplo, para além de ter sido o primeiro citadino com tracção 4×4 (1983), o Panda foi também o primeiro modelo do seu segmento a receber o ambicionado título de “Car of the Year” (2004) e, no mesmo ano, foi também o primeiro citadino a chegar até à altitude de 5200 metros do campo base do Evereste. E a longa série de recordes continuou em 2006, quando o Fiat Panda se tornou o primeiro veículo de cidade alimentado a gás natural a ser produzido em grande escala. E, hoje, é a única viatura do seu segmento a contar com uma gama de quatro motores (gasolina, diesel, gasolina/gás natural e gasolina/GPL), três configurações (Urban look, City Cross e 4×4), dois sistemas de tracção (dianteira e integral) e dois tipos de transmissão (manual e Dualogic robotizada).

Os comentários para esta postagem estão desativados.