2018 Opel Grandland X Ultimate

Novo Grandland X Ultimate: o conforto tem longa tradição na Opel

O conforto tem longa tradição na Opel

 

  • Bancos ergonómicos com múltiplas regulações são de série na nova versão topo de gama do SUV compacto da Opel;
  • 120 anos de produção automóvel da Opel: desde os assentos-caixa até aos bancos com ventilação e massagem;
  • Selo de aprovação AGR de especialistas alemães em ergonomia;
  • Conforto alargado aos passageiros: bancos traseiros aquecidos.

 

A Opel fabrica automóveis desde 1899. “Democratizar tecnologias de topo e torná-las acessíveis a todos” tem sido um seu lema desde o primeiro momento. E com este compromisso bem vivo, a marca alemã comemora este ano o 120º aniversário de produção automóvel. Através de décadas, a Opel trouxe ao mercado numerosos avanços técnicos, tornando-os acessíveis ao público em geral. Contam-se variadas inovações entre motores eficientes e chassis de referência, passando por sofisticados sistemas de assistência à condução. Ao mesmo tempo, a Opel nunca perdeu de vista um parâmetro essencial: o conforto. Ao constituírem o elemento que liga o Homem à máquina, os bancos desempenham um papel crucial no automóvel. Nesse sentido, a Opel vem dedicando há muito tempo uma atenção especial ao desenvolvimento destes componentes. Bancos com formas ergonómicas perfeitas traduzem-se não apenas em conforto mas também em segurança. Ambas as vertentes têm estado na lista de prioridades do fabricante alemão desde o lançamento dos primeiros automóveis. Afinal, já em 1899 o primeiro Opel, o “Patentmotorwagen”, oferecia bancos forrados a couro…

A lista de inovações em bancos durante os 120 anos de produção automóvel da Opel vai da regulação longitudinal, introduzida em 1931, e das costas reclináveis do Opel Kapitän, até ao ajustamento em altura nos modelos Monza e Senator no final dos anos 1970 e o sistema Flex7 do primeiro Opel Zafira há exatamente 20 anos. Os primeiros bancos ergonómicos certificados pela AGR (Aktion Gesunder Rücken e.V.) surgem em 2003 no topo de gama Opel Signum. Hoje, modelos como o Opel Astra, o Opel Insignia e o Opel Grandland X podem ser equipados com premiados bancos ergonómicos com múltiplas regulações e funções inovadoras como massagem e ventilação.

O novo Opel Grandland X Ultimate, disponível com motores 1.2 Turbo (130 cv) a gasolina, e 1.5 Turbo D (130 cv) e 2.0 Turbo D (177 cv) a gasóleo, oferece de série bancos ergonómicos forrados a couro e tecido, certificados pela agência alemã AGR. Além de proporcionarem excelente apoio lateral, estes bancos permitem múltiplas regulações, incluindo o apoio extensível para pernas e a almofada pneumática do apoio lombar. Os bancos AGR do Opel Grandland X podem ser forrados a couro. Nesta versão, disponível em opção por 1900 euros, os bancos dianteiros passam a apresentar também regulações elétricas e ventilação. Para garantir máximo conforto no inverno, os bancos dianteiros e traseiros, e o volante, possuem aquecimento.

Conforto e requinte nos primórdios: “Lutzmann” com assentos em couro

No final do século XIX, nem os mais visionários sonhavam com a sofisticação que os bancos viriam a apresentar no dealbar do século XXI. Na altura, com justiça, o foco de atenções centrava-se bastante mais nos motores. O conforto era relegado para segundo plano. Os primeiros automóveis, aliás, assemelhavam-se a carruagens, com bancos a condizer. O Opel Patentmotorwagen “System Lutzmann” de 1899 é um exemplo. Não era apenas a carroçaria, mas também os bancos, numa posição sobre-elevada, que derivavam diretamente do desenho de uma carruagem. É claro que ainda não havia regulações. Mas a Opel concentrou-se, desde logo, noutro detalhe para oferecer conforto: os espessos estofos do banco principal eram forrados a couro de elevada qualidade.

Trinta anos volvidos, em 1929, o banco do Opel 4/20 “Roadster Moonlight” ainda era de tipo fixo mas estava colocado em posição muito mais baixa, o que permitia aos passageiros esticar as pernas, num perfil ergonómico que se aproxima ao dos dias de hoje. Na berlina de quatro portas os bancos dianteiros podiam ser rebatidos. E rapidamente se deu o passo seguinte, com o Opel 1.8 Litre a oferecer bancos da frente reguláveis longitudinalmente. Os catálogos da época explicavam: «Os bancos ajustáveis são como sofás acolhedores, com costas confortáveis». O Opel 1.2 Liter “Regent”, por seu turno, traz outra inovação: «À frente e atrás, os bancos convidativos são largos confortáveis. O acesso à bagageira faz-se através das costas do banco traseiro, que são rebatíveis». Já em 1931 o conforto e a versatilidade estavam na ordem do dia da Opel.

Evolução rápida: Kapitän, GT e Monza

No início dos anos 1950 os bancos do Opel Olympia estão fixados a uma armação de metal e possuem regulação longitudinal. Para facilitar a entrada dos passageiros para o banco de trás, as costas dos bancos dianteiros inclinam-se para a frente. Em 1956, o Opel Kapitän L sobe ainda mais a fasquia da sofisticação. «O ocupante de cada banco dianteiro individual pode reclinar as costas até à posição horizontal, bastando puxar uma simples alavanca e exercendo um pouco de pressão», lê-se no manual de instruções. Nascia o chamado banco ‘relax’, ou reclinável. As calhas longitudinais onde se fixava o banco eram inclinadas, o que quer dizer que a altura variava em função da posição, mais para a frente ou mais para trás. Já naquela altura eram feitas referências à segurança: «Sobretudo em curva, é possível sentir a forma destes bancos e o apoio que oferecem. O resultado é uma condução segura e agradável que nunca mais vai querer deixar de sentir», rezava o catálogo do Kapitän L.

Em 1968 entra em produção o Opel GT. Este modelo emblemático atraiu a atenção de todos, com ‘design’ exterior e interior invulgarmente avançado. Aos dois únicos ocupantes eram oferecidos bancos com formato especialmente desportivo. O assento prolongado e uma secção melhorada ao nível dos ombros eram sinais de um novo conceito. Pouco tempo depois, mesmo no termo da década de 60, vários modelos da Opel passaram a poder ser equipados com encostos de cabeça, nomeadamente o Kadett B, o Rekord C, o Commodore A e o Olympia A.

O avanço seguinte mais relevante ocorre em 1978. Na linha do um dos seus motes da altura “O conforto é uma função da tecnologia”, a Opel apresenta bancos ajustáveis em altura em vários níveis de equipamento dos modelos Monza A e Senator A. A par da regulação longitudinal e da inclinação das costas, esta nova função permite que qualquer condutor, independentemente da compleição física, encontre com facilidade a sua posição de condução ideal.

Nova referência em versatilidade: o sistema Flex7 do Opel Zafira

No arranque dos anos 1990, os bancos do Opel Omega podiam ser encomendados com regulações elétricas. O reforço dos encostos e os ‘airbags’ laterais vieram produzir importantes avanços em matéria de segurança passiva. Este tema ganhava importância crescente à medida que os testes de colisão, cada vez mais elaborados, eram divulgados publicamente. Dependendo das versões, começam a surgir modelos Opel com encostos de cabeça e cintos de segurança de três pontos nos lugares traseiros.

A Opel apresenta uma inovação a nível mundial, em 1990, com o sistema de bancos Flex7 do modelo Zafira. Pela primeira vez, um monovolume compacto de sete lugares pode ser transformado, em poucos segundos, num ‘dois lugares’ com muito espaço para transportar volumes – tudo isto sem ser necessário retirar qualquer banco do habitáculo. Graças a um mecanismo evoluído e muito engenhoso, ambos os bancos individuais da terceira fila recolhem para baixo do piso, criando uma superfície completamente plana. Por seu turno, a segunda fila pode ser compactada e deslocada para a frente, fixando-se junto aos bancos dianteiros. Esta operação simples tornava um monovolume familiar de sete lugares numa carrinha com bagageira de capacidade superior a 1700 litros (norma VDA). Com este conceito inédito, a Opel elevou a versatilidade a um novo nível. A marca viria a evoluir ainda mais o sistema na geração seguinte Zafira Tourer, com o sistema ‘lounge’ a permitir ajustar transversalmente os bancos da segunda fila para criar ainda mais espaço para pernas.

2003: bancos com certificação AGR

Uma viagem descontraída não contribui apenas para o bem-estar e a segurança dos passageiros. É também uma questão de saúde. E, neste aspeto, os bancos desempenham um papel crucial. A Opel foi pioneira entre os fabricantes de grande volume ao estrear, em 2003, bancos com o selo da AGR no Opel Signum. Os especialistas em ergonomia desta agência independente alemã aprovaram as qualidades do banco do condutor, que apresentava regulações em 18 vias.

Desde então, os bancos de nível ergonómico superior passaram a fazer parte do equipamento de quase todos os modelos da Opel. Em 2008, o Insignia destacava-se por oferecer regulações de grande amplitude – 65 mm em altura e 270 mm longitudinalmente. A opção de bancos ‘premium’ era certificada pela AGR. E pouco mais tarde, em 2012, o Opel Meriva tornava-se no primeiro modelo de produção em série a receber a certificação AGR graças ao conceito abrangente de ergonomia: portas traseiras FlexDoors de abertura antagónica com ângulo de abertura de 84 graus, sistema modular FlexSpace de arranjo dos bancos traseiros, bancos ergonómicos e sistema FlexFix de porta-bicicletas.

Com o lançamento do Astra, em 2015, a Opel trouxe os bancos ergonómicos aprovados pela AGR ao segmento dos familiares compactos. Pela primeira vez, as regulações incluíam apoio lateral. E os excelentes bancos ofereciam ainda funções como massagem lombar, ventilação e memórias de posicionamento.

Para o topo de gama Insignia GSi a Opel desenvolveu bancos desportivos especiais, também certificados pela AGR. Estes bancos de tipo ‘bacquet’ possuem encostos de cabeça integrados nas costas e garantem excelente apoio lateral, além de se destacarem pelo elevado conforto em viagens longas. Apesar das características manifestamente orientadas para a ‘performance’, o perfil ‘premium’ não foi esquecido. Além de couro de elevada qualidade, os especialistas da Opel integraram múltiplas regulações elétricas – incluindo o apoio lateral – bem como massagem, aquecimento e ventilação. Igualmente especial é o próprio desenho do banco, que faz lembrar uma cobra capelo. Os bancos do Insignia GSi constituem uma proposta única ao aliarem características de elevado conforto num formato de tipo ‘bacquet’.

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