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Opel Corsa-e conquista “Volante de Ouro 2020”

  • Melhor Citadino: o novo Opel Corsa-e 100 por cento elétrico eleito frente a uma forte oposição;
  • Outras conquistas: o Corsa obtém troféus para “Melhor Compra na Europa” e “Veículo Empresarial do Ano”;
  • Longa tradição: o Corsa-e é o 18º modelo da Opel a garantir o troféu “Das Goldene Lenkrad” (“Volante de Ouro”), na Alemanha.

 

2019 Opel Corsa-e

 

O novo Opel Corsa continua o seu percurso vencedor, tendo agora conquistado um dos galardões mais importantes da indústria automóvel alemã, o prestigiado troféu “Das Goldene Lenkrad” (“Volante de Ouro”). Coube ao Corsa-e a bateria receber a distinção, impondo-se, de modo inequívoco, frente a um lote de fortes rivais, assegurando o primeiro prémio na categoria de Citadinos. O utilitário mais vendido do mercado alemão mostrou-se, assim, tão eletrizante entre os especialistas e leitores das publicações Auto Bild e Bild am Sonntag, quanto o é junto dos seus clientes.

«A Opel é elétrica», afirma o CEO da Opel, Michael Lohscheller, «e o nosso novo Opel Corsa-e é a melhor prova desse facto, demonstrando que um automóvel elétrico pode hoje ser não só dinâmico e prático, como também acessível a todos. Estamos orgulhosos da forma como o Corsa-e convenceu todos os envolvidos no processo: os nossos clientes, os leitores do ‘Auto Bild’ e do ‘Bild am Sonntag’ e ainda o júri de especialistas e de celebridades.»

Como tem sido habitual, os vencedores tiveram que ultrapassar dois grandes obstáculos no seu caminho rumo à vitória. Primeiro, os leitores da Auto Bild e do Bild am Sonntag elegeram os seus três modelos favoritos em cada categoria, levando-os até à Final. Uma vez aqui chegados, um painel de jurados – composto por jornalistas, pilotos de competição e especialistas do setor automóvel – testou cada finalista na pista da DEKRA, em Lausitzring, avaliando os automóveis sob critérios baseados no método de testes da Auto Bild. Somando um total de 3218 pontos, o novo Opel Corsa-e acabou por superar a forte concorrência entre os “pequenos utilitários”, batendo por 141 pontos o Hyundai i20, o segundo classificado, e deixando o VW e-Up, o terceiro classificado, a 431 pontos.

Opel Corsa-e: mobilidade elétrica na forma mais pura

Com 100 kW (136 cv) e 260 Nm de binário logo desde a primeira rotação do motor, o Corsa-e garante mobilidade elétrica da mais recente geração. Com uma autonomia máxima de 337 km, segundo o ciclo WLTP, a ágil proposta de cinco lugares da Opel é totalmente adequada para uma utilização diária. Recorrendo a um carregador rápido de 100 kW, a bateria de 50 kWh pode ser carregada até 80% da sua capacidade em apenas 30 minutos. O Corsa-e está pronto para todas as opções de carregamento, através de “wall box”, carga rápida ou por cabo em tomadas domésticas.

O equipamento de série comum a todos os Corsa-e inclui sistemas avançados de assistência à condução como o reconhecimento de sinais de trânsito, alerta de cansaço do condutor, alerta de colisão dianteira iminente com reconhecimento de peões e travagem automática de emergência, e programador de velocidade com limitador, entre outros. Também de série em todos os Corsa-e é o infoentretenimento IntelliLink com ecrã tátil de sete polegadas, compatível com Apple CarPlay e Android Auto, que integra o novo serviço telemático de assistência em viagem Opel Connect. A lista contempla igualmente ar condicionado com controlo eletrónico, travão elétrico de estacionamento, sensor de luz e sensor de chuva, além de outros.

A atual geração Corsa: o “best-seller” entre os utilitários

O troféu “Golden Steering Wheel” toma, agora, o seu lugar na vitrina de troféus dedicada ao novo Opel Corsa. O júri dos prémios AUTOBEST já o tinha considerado com o “best-seller” entre os modelos utilitários, atribuindo-lhe o galardão “Best Buy Car of Europe 2020 / Melhor Compra da Europa 2020”. Na Alemanha, o Corsa venceu a categoria dos modelos compactos e também recebeu o troféu de “Company Car of the Year / Carro Empresarial do Ano”. A Auto Bild e o Computer Bild atribuíram ao novo modelo Opel o “Connected Car Award 2019 / Troféu de Conectividade 2019”.

O Corsa-e tornou-se, assim, no 18º modelo da Opel a garantir o “Volante de Ouro”, dando continuidade a uma longa tradição.

 

“Das Goldene Lenkrad” Modelo
1978 Opel Senator A
1979 Opel Kadett D
1981 Opel Ascona C
1982 Opel Corsa A
1984 Opel Kadett E
1987 Opel Senator B
1990 Opel Calibra
1994 Opel Omega B
1995 Opel Vectra B
1999 Opel Zafira A
2002 Opel Vectra C
2005 Opel Zafira B
2009 Opel Astra J
2010 Opel Meriva B
2012 Opel Zafira Tourer
2015 Opel Astra K
2017 Opel Ampera-e
2020 Opel Corsa-e

1978 – Opel Senator A: O primeiro “Golden Steering Wheel”

Em 1978, a marca do relâmpago garantiu aquele que foi o seu primeiro “Volante de Ouro” com o Opel Senator. Apresentado em setembro de 1977 no IAA, o Senator foi o sucessor dos lendários modelos Kapitän, Admiral e Diplomat, tornando-se no topo de gama da Opel até à sua despedida, em 1993. O Senator de 1978 estava disponível com três motores diferentes: 2,8 litros com 103 kW/140 cv, 3,0 litros com 110 kW/150 cv e o topo de gama 3,0 litros com 132 kW/180 cv.

1979 – Opel Kadett D: Conquistador de espaço

Um ano depois, a Opel estava regressava ao topo do pódio. O Kadett D de 1979 foi o primeiro modelo compacto da Opel com tração dianteira e garantiu o segundo troféu “Volante de Ouro” para a marca. Graças aos motores transversais e dispensando o veio de transmissão flexível, garantia-se mais espaço aos passageiros, apesar das suas dimensões compactas, mesmo que sendo 126 mm mais curto que o seu antecessor. Adicionalmente, o Kadett assistiu à introdução dos novos motores com árvore de cames à cabeça. O motor de quatro cilindros OHC e 1,3 litros gerava 44 kW/60 cv ou 55 kW/75 cv. Para além da espaçosa carrinha, com um volume de carga máximo de 1.425 litros, a Opel propunha duas versões “fastback” diferentes. Em janeiro de 1983, o desportivo Kadett GTE atingiu uma velocidade máxima de 187 km/h, fruto de um motor de quatro cilindros, de 1,8 litros, que debitava 115 cv.

1981 – Opel Ascona C: Tração dianteira no segmento médio

Em 1981, foi a vez do Opel Ascona C levar para casa os troféus atribuídos ao construtor de Rüsselsheim. Foi o primeiro modelo do segmento médio da Opel com tração dianteira e estava disponível na variante “notchback” e como carrinha. O leque de motores para o Ascona C consistia de blocos a gasolina entre os 1,3 e os 1,6 litros, bem como uma unidade diesel de 1,6 litros.

1982 – Opel Corsa A: Modelo pequeno, enorme impacto

Apenas 12 meses depois, em 1982, um novo modelo da Opel arrebatou na cerimónia dos prémios “Volante de Ouro”, através do seu primeiro utilitário, o Corsa A. Com proporções equilibradas, tinha um comprimento de apenas 3,62 metros, arcos de roda proeminentes e em destaque, como num carro de ralis, garantindo um coeficiente de penetração excecionalmente baixo, de apenas 0,36, um valor possivelmente recorde na sua classe. O Corsa A foi projetado para atrair “o homem da casa” muito em particular. Em destaque esteve o Corsa GSi de 72 kW/98 cv. A gama de duas portas, disponível numa proposta “hatchback” e outra “notchback”, viu-se expandida em 1985 com a adição da popular versão de cinco portas. O Corsa A tornou-se num aclamado “best-seller”, registando 3,1 milhões de unidades construídas.

1984 – Opel Kadett E: Outro modelo compacto vencedor

Cinco anos depois de garantir o “Volante de Ouro” pela primeira vez, o Kadett fez a festa de novo, desta feita através de uma nova geração lançada em 1984. O segundo Kadett de tração dianteira, construído de 1984 a 1991, foi um vencedor absoluto, já que também garantiu o prestigiado troféu europeu de “Car of the Year / Carro do Ano” em 1984. Considerado um campeão em termos aerodinâmico por si só, o desportivo GSi, com um Cd de 0,30, viria a surpreender os especialistas, sendo que até a berlina “hatchback” mais comum garantira uns sensacionais 0,32. No total, este campeão aerodinâmico viu-se vendido em 3,78 milhões de exemplares.

1987 – Opel Senator B: Topo de gama de luxo

O Opel Senator B também conseguiu repetir o sucesso do seu antecessor. Baseado na plataforma de tração traseira do Opel Omega, o novo porta-estandarte contava, principalmente, com motores de seis cilindros, com o suave motor de 3 litros em linha, com 115 kW/156 cv, à cabeça da oferta. Poder-se-ia colocar uma moeda no rebordo do compartimento do motor e essa moeda não cairia quando este estava em funcionamento. Mais tarde, foi introduzida uma versão de 4 válvulas no bloco de 6 cilindros, com um sistema de admissão variável Dual-Ram debitando 150 kW/204 cv.

1990 – Opel Calibra: Um atleta em grande destaque

Foi um verdadeiro campeão a garantir o troféu “Volante de Ouro” de 1990: Um coupé de tirar o fôlego, com um coeficiente aerodinâmico recorde de 0.26! O Calibra estava disponível com potentes motores entre os 85 kW/115 cv e os 150 kW/204 cv. O Opel Calibra Turbo, com tração integral, acelerava dos 0 aos 100 km/h em meros 6,8 segundos tornando-se na cereja no topo do bolo. Um motor V6 com 125 kW/170 cv alargou a oferta. Em competição, um Calibra V6 garantiu o troféu de Campeão de Carros de Turismo, levando de vencida o ITC (International Touring Car Championship) de 1996.

1994 – Opel Omega B: A proposta maior garantiu o ouro

A segunda edição do Omega deixou uma impressão especial entre os membros do júri. O seu design aerodinâmico, a vasta quantidade de espaço e os novos motores V6, com cabeças de cilindro el liga leve, debitando um máximo de 155 kW/210 cv, impressionaram os especialistas. Os novos sistemas de airbags garantiam-lhe um elevado nível de segurança, para todos os ocupantes. A versão carrinha oferecia uma capacidade de carga quase infinita, tornando-se na viatura ideal para famílias e artesãos, enquanto a versão “notchback” foi classificada como uma berlina de negócios por excelência.

1995 – Opel Vectra B: Espelho mágico, espelho meu… na porta

A característica mais atrativa do Opel Vectra eram os espelhos de porta de formato aerodinâmico, elementos que formavam uma unidade harmoniosa com a secção frontal do carro, tornando-se numa característica que o júri do “Volante de Ouro” simplesmente não conseguiu resistir. O Vectra também venceu fruto dos seus novos e eficientes motores a gasolina, de 1,6 a 2,6 litros, com potências entre 55 kW/75 cv e os 125 kW/170 cv. Por outro lado, os motores diesel de injeção direta, com cilindradas de 1,7 a 2,2 litros, geravam consumos exemplares, fazendo aqui a sua estreia.

1999 – Opel Zafira A: O transformista de sete lugares

Quem o inventou? Opel, claro! Sim, uma van compacta que podia ser transformada de um veículo de sete lugares para permitir o transporte de um impressionante volume máximo de carga: 1.700 litros no seu máximo, num curto espaço de tempo (de apenas 15 segundos), sem necessidade de remover um único assento, tornando-se numa criação de excelência de Rüsselsheim. A fórmula denominava-se “Flex7” e ajudou o Zafira a conquistar o “Volante de Ouro” de 1999. Graças ao engenhoso conceito, sempre que necessário, os bancos “desaparecem” no piso do veículo. A maravilha da flexibilidade de espaço também impressionou com as suas dimensões compactas e uma excelente dinâmica de condução.

2002 – Opel Vectra C: O eletricista por excelência

O Vectra de terceira geração defendeu com sucesso o título conquistado pelo seu antecessor, garantindo de novo o “ouro”. O novo representante do segmento média entrou na era da eletrónica, realizando a ligação entre os seus sistemas através de um sistema CAN (Controller Area Network), em vez de recorrer a cablagem tradicional, estando equipado com uma direção elétrica eletro-hidráulica. As potências dos motores a gasolina e diesel variaram dos 74 kW/100 cv aos 206 kW/280 cv, com cilindradas de 1,6 a 3,2 litros. Em 2004, a Opel viria a equipar o Vectra com a suspensão ativa IDS Plus, com Controle Contínuo do Amortecimento (CDC), fazendo com que os amortecedores se adaptassem à situação de condução predominante.

2005 – Opel Zafira B: Uma dúzia completa

A segunda geração do Zafira continuou a definir os padrões fruto da utilização de um novo desenvolvimento do sistema de bancos “Flex7” e, com isso, repetiu o “Volante de Ouro”. Foi também classificada como a “van mais rápida do planeta” quando uma versão OPC, de 177 kW/240 cv, completou uma volta ao circuito alemão de Nürburgring Nordschleife em 8 minutos, 54 segundos e 38 centésimos. Contava com 240 potentes cavalos sob o seu capô e um excelente sistema de maneabilidade e performance, que ajudou a alcançar este tempo recorde.

2009 – Opel Astra J: Uma peça de ‘design’ compacto

Em 2009, o Astra J, uma verdadeira peça de design de excelência, seguiu os passos da maravilha espacial denominada Kadett D e do campeão aerodinâmico Kadett E, garantindo o terceiro troféu “Volante de Ouro” entre os modelos compactos da Opel. O Astra assentava na nova filosofia de design de Opel – “A arte escultural encontra a precisão alemã”. Em complemento, o Astra J contava com os mais modernos sistemas de assistência, como o Opel Eye e o sistema de faróis AFL+, que podem observar o que se passa nas curvas. A tecnologia adaptativa FlexRide ajudava o modelo a adaptar-se à situação de condução predominante, podendo os ocupantes dos bancos dianteiros desfrutar das viagens comodamente sentados em bancos certificados pela AGR (Aktion Gesunder Rücken / Campanha para Costas Mais Saudáveis).

2010 – Opel Meriva B: Tão inteligente, tão compacto, tão ouro

Irmão mais novo do Zafira, o Meriva B alcançaria o “Volante de Ouro” em 2012, sublinhando a experiência de monovolumes da Opel. O júri viu-se conquistado pelo versátil sistema FlexSpace usado nos bancos traseiros e pelo inovador sistema de porta traseira articulada. As FlexDoors permitem um fácil acesso aos bancos das crianças, situados na parte traseira, e garantem entradas e saídas confortáveis aos passageiros mais altos. O portfólio de motores garantia uma ampla potência, ao mesmo tempo que restringia os consumos, graças à adoção do processo de “downsizing” e recurso a um turbo. As potências variavam dos 55 kW/75 cv aos 103 kW/140 cv.

2012 – Opel Zafira Tourer: Um “lounge” sobre rodas

A gama Zafira viu-se alargada a uma parceira premium, espelhado pelo Zafira Tourer, proposta que imediatamente garantiu novo troféu “Volante de Ouro”. Além do seu interior flexível, a nova estrela impressionava com conforto do tipo “lounge”, tejadilho solar panorâmico em vidro e inovações como o controlo de velocidade baseado em radares e um enfático Alerta de Colisão Frontal.

2015 – Opel Astra K: Salto quântico

E o vencedor é… a atual geração do modelo Astra assenta numa arquitetura de veículos de baixo peso e completamente nova, sendo alimentada em exclusivo por motores ultramodernos, ao mesmo tempo que garante uma excelente conectividade através da integração de smartphones e do assistente de conectividade e serviço pessoal OnStar. O Astra também dá continuidade à tradição da Opel de introduzir no segmento compacto recursos antes apenas vistos em modelos de segmentos superiores. Uma combinação que resultou na conquista do “Volante de Ouro” de 2015.

2017 – Opel Ampera-e: O campeão da autonomia elétrica

A Opel Ampera-e deixou os seus concorrentes em sentido fruto da sua capacidade de aceleração semelhante à dos modelos desportivos e a uma autonomia elétrica muito mais ampla entre as propostas do seu segmento. Na sequência de uma única carga da bateria de iões de lítio de 60 kWh, permite-se uma autonomia máxima de 520 quilômetros, medida de acordo com o Novo Ciclo Europeu de Condução (NEDC). O Opel Ampera-e também impressionou quando testado segundo a nova norma de condução WLTP (Worldwide Harmonized Light-Duty Vehicles Test Procedure): com base nesta avaliação, os engenheiros estimam uma autonomia combinada WLTP de 380 quilómetros. O Ampera-e acelera dos 0 aos 50 km/h em apenas 3,2 segundos. Com 4,16 metros de comprimento, o Ampera-e também oferece muito espaço para um máximo de cinco passageiros, acrescendo 381 litros (1.274 litros quando os bancos são dobrados) na bagageira, um “mix” que vale o seu peso em ouro.

2020 – Opel Corsa-e: A eletrificação do “best-seller”

Naquela que é a sexta geração do Corsa, o pequeno citadino “best-seller” tornou-se também elétrico. Graças a uma bateria de 50 kWh, o Corsa-e pode cumprir um máximo de 337 quilómetros com uma única carga (segundo o ciclo WLTP1) mostrando-se, portanto, adequado para uma utilização diário. Tem espaço para cinco ocupantes, sendo que a sua versão de entrada já possui inúmeros sistemas de assistência de elevado teor tecnológico. Tudo a preços atrativos, a partir de 30.100 euros. A Opel torna, assim, acessível a mobilidade elétrica.

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